Turismo de Pesca
A pesca e o turismo - duas vocações do Brasil - podem ser potencializadas se trabalhadas conjuntamente, haja vista a dimensão territorial, extensão costeira e hídrica e a diversidade de ictiofauna do país. Embora existam relatos da atividade de pesca com finalidade de lazer no Brasil desde meados do século XX, somente a partir de 1998 passou a ser trabalhado oficialmente como um segmento turístico, com o incentivo do Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora (PNDPA), executado pelo Ministério do Meio Ambiente e o Ibama e pelo Ministério do Esporte e Turismo e Embratur.
Com a criação do Ministério do Turismo, em 2003, assumiu-se o desafio de estruturar esse tipo de turismo, a partir da definição de diretrizes e estratégias de desenvolvimento. Para tanto, foi estabelecida parceria com a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP/PR), além de intensa e solidificada atuação conjunta com o PNDPA e do Ibama e outros colaboradores. Como resultado, apresenta-se a definição de um marco conceitual.
Com a criação do Ministério do Turismo, em 2003, assumiu-se o desafio de estruturar esse tipo de turismo, a partir da definição de diretrizes e estratégias de desenvolvimento. Para tanto, foi estabelecida parceria com a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP/PR), além de intensa e solidificada atuação conjunta com o PNDPA e do Ibama e outros colaboradores. Como resultado, apresenta-se a definição de um marco conceitual.
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