Wagner

O município de Wagner surgiu nas margens do rio Utinga devido à criação de um colégio – O Instituto Ponte Nova, em 1906, por missionários presbiterianos oriundos dos Estados Unidos da América. Na época, somente três outras localidades baianas – Salvador, Ilheus e Caetité – fornecia ensino de segundo guau, daí a importância histórica desse colégio, que atraiu famílias inteiras em busca de escolaridade. Apesar desse início promissor, a cidade estagnou devido às más administrações sucessivas.

O nome "Wagner" que batizou este município deve-se ao alemão Franz Wagner, que, em 1890, durante uma grande seca ocorrida na época, prestara auxílio aos flagelados no local. Em 1915, foi criada a Vila e Município de Wagner, desmembrado do município de Morro do Chapéu. O Instituto Ponte Nova foi referência de educação por muitos anos no interior baiano até princípios da década de 1970, quando a missão americana se retirou do local.

Atualmente, a cidade de Wagner cultiva a tradição das festas populares, dentre elas o São João, a Semana Santa com o Domingo de Páscoa, e a Festa de Vaqueiros, no mês de abril. Também faz parte da cultura os famosos ternos de reis, grupos católicos enfeitados com pandeiros, violas e outros instrumentos mais toscos que percorrem casas entre os 24 de dezembro e 06 de janeiro, encerrando com uma grande reza em devoção aos Santos Reis. A Cachoeira do Pilão, no Distrito de Cachoeirinha, destaca-se como uma das suas belezas naturais.

 


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