Miguel Calmon

Até princípio do século XX, Miguel Calmon era uma simples fazenda. Hoje, é uma cidade que preserva boa parte do seu patrimônio histórico, inclusive cerâmicas fabricadas pelos primeiros habitantes da região, os índios Payayazes, do grupo dos Cariris, uma tribo pacífica que vivia na região entre Jacobina e o Vale do Paraguaçu ocupando um belo pedaço da Bahia. Os silvícolas da região tinham como principal atividade a cerâmica.

A atual Miguel Calmon originou-se da Fazenda Canabrava, uma área de 170 léguas que começou a ser vendida em partes, a partir de 1810. Em 1812, as primeiras famílias vindas de Jacobina chegaram para habitar a região e, aproveitando a boa qualidade das terras, fizeram o cultivo de milho, feijão, mandioca, café e, posteriormente, cana-de-açúcar e gado.

Miguel Calmon localiza-se na microrregião da encosta da Chapada Diamantina, incluída totalmente no polígono da seca. Faz limites, ao sul, com o Rio Jacuípe que a separa de Piritiba, ao Norte, Jacobina e ao Oeste, Morro do Chapéu e Jacobina.


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