Itacaré

Protegida por um cinturão de Mata Atlântica, Itacaré se abre em uma vasta extensão de praias paradisíacas, rodeadas por coqueirais e areias brancas.

Rios, imponentes cachoeiras, matas virgens, restingas e manguezais completam o estonteante cenário natural deste verdadeiro santuário ecológico primitivo, chamariz para a prática de rapel, rafting, passeios de canoa, caminhadas, trilhas ecológicas e o melhor do surf em praias de ondas perfeitas.

A cidade surgiu às margens do Rio de Contas, a partir da fundação da Igreja de São Miguel, que passou a dar nome ao povoado: São Miguel da Barra do Rio de Contas. Somente em 1931, passou a chamar-se Itacaré.

A arquitetura local é marcada por antigos casarões e sobrados, fruto dos quase 100 anos de extravagância e prosperidade, decorrente da produção cacaueira desta que foi a principal rota de escoamento do cacau, parte marcante da história baiana. A cidade dispõe de uma infraestrutura completa, incluindo resorts de luxo, além das pousadas.

A rua Pedro Longo concentra a maior parte dos bares e restaurantes, onde é possível saborear delícias típicas da região e a famosa pizza a metro. O agito fica por conta do tradicional forró pé-de-serra ou, se preferir, da moderna música eletrônica.

Atrações

Canavieiras Sitio Histórico: Sitio Histórico Dr. Paulo Souto, com casarões dos...
Dona de focos preservados da quase extinta Mata Atlântica, a Costa do Cacau foi agraciada...
 Se para os iniciantes do rapel o tamanho ideal das descidas está entre 10 e 20 metros...
Está localizada dentro da Fazenda Providência, próximo ao Povoado de...
Também conhecida como Tijuípe ou Floriam, essa cachoeira tem grande volume de...
Considerada a maior queda d´água da região, o “Pancadão” -...
A canoagem proporciona o conhecimento ecológico da fauna e flora das águas calmas.
A primeira estrada realmente ecológica do país e também uma das mais belas. S...

Características

Área
732 km2
População
18.301 habitantes
DDD
73
Feriados
02.07 | Independência da Bahia
12.10 | Nossa Senhora da Aparecida
02.11 | Finados
15.11 | Proclamação da República
Clima | Temperatura Média
Ùmido | 25°C

Artesanato

Trabalhos com barro e com palha de coco.

Gastronomia

Em uma região riquíssima em peixes e mariscos, a cozinha tradicional é composta de pratos à base de frutos do mar. Assim é que os quitutes mais oferecidos são as moquecas de peixe e marisco, cujo sabor todo especial se deve ao condicionamento dos temperos locais na composição desses pratos, como o amendoim e a castanha de caju, além de uma fruta regional chamada pequi, que substitui o limão, emprestando a cada prato um sabor particular.

Manifestações Culturais

Bumba Meu boi A origem do auto do bumba-meu-boi remonta ao século XVIII, auge do ciclo de gado. Encenada em tons de sátira e de tragédia, a dança do boi e do homem simboliza o contraste entre a inteligência e a força bruta, com personagens alegóricos, enfeitados de adereços e em incidentes cômicos e dramáticos, mas de desfechos alegres. A dança é uma invocação crítica aos desníveis sócio-econômicos entre vaqueiro e patrão e tem influência das culturas indígena, africana e portuguesa. A principal atração é mesmo o boi. Consiste em uma armação de madeira em forma de touro, coberta por veludo bordado e cuja armação é presa a uma saia de tecido colorido. É conduzido por uma pessoa, denominada de miolo do boi. O bailado, marcado por tambores, pandeiro, zabumba e maracás e entoado por cantigas, encanta também pela riqueza de cores e indumentárias. Também chamado de Boi Janeiro, Boi Estrela do Mar, Dromedário e Mulinha-de-Ouro, a encenação conta uma estória que se passa em uma fazenda, no interior do país. Um negro vaqueiro, sua mulher cabocla e um homem branco, dono da fazenda e, portanto, do estimado boi de raça, são as personagens fixas, acompanhadas, normalmente, pelo Virgulino, o Caipora, o Gigante, o Capataz, o Caboclo Real, o Capitão, o Caçador e o Padre. O Negro Chico, desesperado porque sua esposa grávida sente desejo de comer a língua do estimado boi, resolve roubar o animal. Em uma das versões, o Pai Chico é capturado com o boi adoecido que, após ser curado pelo pajé, revive e começa a dançar. Tudo termina em festa e o vaqueiro é perdoado. Na outra versão, o boi morre e seu corpo é partilhado. Tradição no interior do estado, a Festa do Bumba-meu-boi preenche os festejos natalinos e, em menor incidência, o Carnaval e outras festas locais, com duração de cerca de três dias. Cachoeira, Camamu, Canavieiras, Conde, Cruz das Almas, Ibotirama, Juazeiro, Inhambupe, Jequié, Monte Santo, Santo Antônio de Jesus, São Félix, Prado, Jiquiriçá, Itacaré, Nova Viçosa e Porto Seguro mantém viva a herança secular de louvação ao boi. Caboclinhos Trajados ao melhor estilo indígena, com direito a arco e flecha, o grupo entoa coreografias ritmadas ao som de flautas e pífanos, remontando aos combates entre tribos rivais. O bailado primário não tem enredo ou fio temático, mas segue as pancadas das flechas nos arcos, simulando ataques e defesas, endossados por saltos e troca-pés. Caboclinhos é uma representação das danças indígenas, comum nos festejos militares e religiosos. As datas variam de acordo com a localidade, assim como os nomes dos figurantes - cacique, caboclo velho, pantaleão, mestre e contramestre. Em Itaparica, a festa é no dia 07 de janeiro, em celebração à Independência local. Em Mucuri, ocorre em 19 de março, na Festa de São José. Nas cidades de Itacaré, Camamu e Nazaré, os Caboclinhos se apresentam no dia 02 de julho, Independência da Bahia.

Telefones

Telefones úteis
Samu
192
Polícia / Bombeiros
193
Polícia Civil
197
Polícia Militar
190
Central Anti-veneno
0800 28 44 343
Correios
0800 7250100
Defesa Civil
199
Disque Denúncia Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes
100
 

De
Destino
Itacaré
Javascript is required to view this map.
Passo a Passo