Ipupiara

Os relatos históricos contam que o surgimento de Ipupiara deve-se à descoberta de jazidas de ouro e carvão. Antes de ser emancipada política e administrativamente, Ipupiara pertencia ao município de Brotas de Macaúbas, mas já pertenceu a Barra do Mendes (1917-1920) e teve várias denominações: Campos Belos; Fundão; Fortaleza de São João; Jordão; Vanique. Em 1936, passou a se chamar Ipupiara, nome que é derivado da língua indígena tupi e significa deusa das águas.

O município encontra-se encravado na microrregião de Boquira, mesorregião Centro-Sul Baiano, a 624 km de Salvador. Possui dois distritos: o de Ipupiara (sede) e o de Ibipetum, por onde estão distribuídos mais de 69 povoados, dentre eles, Brejões, Lagoa do Barro, Lagoa de Prudente, Mata do Veríssimo, Olho D’Água, Santo Antônio, Traçadal, Umbaúba, Vanique, Veríssimo e outros. O município tem fronteira, ao norte, com o município de Gentio do Ouro; a leste, com Barra do Mendes; a oeste e ao sul, com Brotas de Macaúbas.

O território é formado por serras. O solo é semiárido e possui vários lagos que compõem uma extensa rede hidrográfica, tendo o Rio Verde, formador da Barragem de Mirarós, como seu principal rio. De clima tropical, sua vegetação predominante é a caatinga, e os minérios encontrados são principalmente: cristal, baritas, manganês e ouro. Constitui-se em local de grande atração turística uma lagoa construída de águas diamantinas, conhecida como Lagoa do Carranca, para onde afluem muitas pessoas para apreciar a beleza da região, apenas a 14 km da sede.


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