Belmonte

Situada em uma planície entre o Rio Jequitinhonha e o oceano Atlântico, Belmonte foi assim batizada em alusão à cidade natal do navegante Pedro Álvares Cabral. O imponente rio passeia por entre mangues e extensos coqueirais até o encontro com o mar. As praias desertas, reduto da tranquilidade, completam a singela paisagem. Em época de cheia, o Jequitinhonha carrega argila para suas margens, tornando os solos avermelhados. Assim, adquirem uma umidade propícia à abundância de crustáceos que, não à toa, rende à cidade o apelido de "capital do guaiamum". Alguns casarões coloniais testemunham os bons tempos do cultivo do cacau, no final do século XIX. No centro da cidade, chama a atenção um imponente farol. Encomendado em 1892 à mesma empresa que construiu a Torre Eiffel, em Paris, o farol de Belmonte justifica a atual localização inusitada por conta de um recuo natural de 1.500m das águas do mar. A suposição histórica leva a crer que os primeiros "sinais de terra" avistados pela esquadra de Cabral tenham partido do Rio Jequitinhonha, muito mais caudaloso há 500 anos. As espécies de Mata Atlântica – ervas flutuantes, troncos de árvores e raízes – arrastadas pela força de suas águas, boiavam ao sabor das correntes marinhas.


Atrações

Outras Informações

  • Características
  • Artesanato
  • Gastronomia
  • Manifestações Culturais
  • Telefones Úteis
  • Como Chegar

Roteiros


Bahia.com.br
Copyleft 2019