Fale conoscoBelmonte
Situada em uma planície entre o Rio Jequitinhonha e o oceano Atlântico, Belmonte foi assim batizada em alusão à cidade natal do navegante Pedro Álvares Cabral. O imponente rio passeia por entre mangues e extensos coqueirais até o encontro com o mar. As praias desertas, reduto da tranquilidade, completam a singela paisagem. Em época de cheia, o Jequitinhonha carrega argila para suas margens, tornando os solos avermelhados. Assim, adquirem uma umidade propícia à abundância de crustáceos que, não à toa, rende à cidade o apelido de "capital do guaiamum". Alguns casarões coloniais testemunham os bons tempos do cultivo do cacau, no final do século XIX. No centro da cidade, chama a atenção um imponente farol. Encomendado em 1892 à mesma empresa que construiu a Torre Eiffel, em Paris, o farol de Belmonte justifica a atual localização inusitada por conta de um recuo natural de 1.500m das águas do mar. A suposição histórica leva a crer que os primeiros "sinais de terra" avistados pela esquadra de Cabral tenham partido do Rio Jequitinhonha, muito mais caudaloso há 500 anos. As espécies de Mata Atlântica - ervas flutuantes, troncos de árvores e raízes - arrastadas pela força de suas águas, boiavam ao sabor das correntes marinhas.
Segmentos
Outras Informações
Atrações
Roteiros
Características
Área
2.010 Km2
População
23.000
DDD
73
Feriados
02.07 | Independência da Bahia
12.10 | Nossa Senhora da Aparecida
02.11 | Finados
15.11 | Proclamação da República
Clima | Temperatura Média
úmido 26°C
Artesanato
As principais peças do artesanato do município são os potes de barro e arranjos de flores, que mesclam papel e matéria-prima natural como pinhões e casquinhas de coco.
Gastronomia
As receitas de moqueca e escabeche de guaiamum e o robalo são preferências de quem visita Belmonte. Mas esses peixes fritos e servidos com salada vinagrete e pirão não ficam atrás. Outras iguarias da região são as moquecas de cação, arraia, camarão e pitu; o caldo de sururu e a casquinha de siri também são imperdíveis.
Manifestações Culturais
Cabeçorras Na cidade de Belmonte, os festejos carnavalescos guardam uma peculiaridade; as chamadas cabeçorras. Trata-se de foliões que saem às ruas durante o dia, trajando máscaras coloridas e empunhando um chicote. A novidade chama a atenção da criançada, que costuma sair atrás do mascarado aos gritos de "cabeçorra, ladrão de ovo!" e expressões do tipo. O folião se faz de desentendido até juntar o máximo de crianças em sua perseguição. É aí que ele vira-se para a molecada e fingi perseguí-las para chicoteá-las, causando grande alarido e animação. De fato, as Cabeçorras são uma grande brincadeira, remontando aos carnavais do passado, onde as populares “caretas” eram a grande atração. Mandus Com uma peneira sobre a cabeça e um cabo de vassoura coberto por lençol branco atravessado nas costas, o grupo de foliões percorre as ruas de Belmonte, durante as celebrações carnavalescas, provocando enorme alvoroço, especialmente sobre a criançada, assustada com o aspecto fantasmagórico dos fanfarrões. A indumentária alarga os ombros por conta da vassoura e, graças ao lençol colocado por cima e cobrindo os rostos, transforma os fantasiados em verdadeiras assombrações, que saem às ruas brincando com os passantes e animando o Carnaval. Capoeira De acordo com estudiosos da cultura popular, a capoeira nasceu dentro das senzalas, como divertimento de escravos e, ao mesmo tempo, luta. No Brasil, essa tradição, que envolve música, dança, arte marcial e questões identitárias, se sobressai na Bahia, com grande concentração de praticantes em Salvador. A capoeira foi declarada patrimônio cultural brasileiro em 2008.
Telefones
Samu
192
Polícia / Bombeiros
193
Polícia Civil
197
Polícia Militar
190
Central Antiveneno
0800 28 44 343
Correios
0800 7250100
Defesa Civil
199
Disque Denúncia Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes
100


























