Fale conoscoAratuípe
Elevada à condição de cidade em 1891, Aratuípe está localizada na Baía de Todos-os-Santos, entre os municípios de Nazaré e Santo Antônio de Jesus, e já foi visitada até por D. Pedro II, na época do Brasil Império. Sua origem remonta à Aldeia de Santo Antônio, organizada no século XVI para catequizar os índios da região.
É em Aratuípe que se encontra o distrito de Maragogipinho, berço da cerâmica baiana. O município é responsável por uma parcela representativa da produção de artesanato do estado, com peças tradicionais de barro, como cestos entrelaçados preenchidos com pequenas contas, conchas, pedras ou feijões, além de talhas, porrões, moringas, louças diversas e objetos de decoração feitos em tornos manuais e assados no forno, também artesanal. Aratuípe mantem viva a tradição de confeccionar peças em barro que apresentam em sua forma nítidas influências indígenas e portuguesas.
Além das olarias locais, a arte pode ser vista durante a Feira dos Caxixis, que acontece anualmente na cidade de Nazaré, no período da Semana Santa e recebe artesãos e visitantes de inúmeras partes do país e do exterior e conta com muitas atrações da cultura popular.
Segmentos
Outras Informações
Características
Área 177,15 km²
População 8.822 hab.
DDD 75
Clima úmido e subúmido
Feriados
09.06 | Aniversário da cidade
02.07 | Independência da Bahia
12.10 | Nossa Senhora da Aparecida
02.11 | Finados
15.11 | Proclamação da República
08.12 | Nossa Senhora da Conceição da Praia
Artesanato
O artesanato é o ponto forte do vilarejo de Maragogipinho, em Aratuípe. A produção diária de cerâmica, conhecida como das mais bonitas da região, chega de 700 a 1.200 caxixis, miniaturas em barro, além de talhas, porrões, moringas, louças diversas e objetos de decoração feitos em tornos manuais e assados no forno, também artesanal. Maragogipinho mantem viva a tradição de confeccionar peças em barro que apresentam em sua forma nítidas influências indígenas e portuguesas. As olarias localizam-se às margens do rio Jaguaripe, entrecortado por manguezais, e podem ser visitadas por turistas.
Manifestações Culturais
As manifestações culturais de Aratuípe estão especialmente ligadas à música, à literatura e ao cinema. No município, que serviu de locação para o filme Cidade Baixa (2005), as filarmônicas ganham destaque. São dois grupos com quase 100 anos de história, levando boa música aos aratuipenses e participando das festas populares do município: a Sociedade Filarmônica Lyra Ceciliana, de Aratuípe, e a Sociedade Filarmônica Lyra Conceição, ambas prestes a completar um século de existência. Já na literatura, destacam-se nativos como os poetas José Leone, Ester Vasconcelos, Antonilda Miranda da Silva e Osmadil dos Santos, além do escritor Silvestre Sobrinho.
Capoeira, Maculelê & Orquestra de Berimbaus - A capoeira nasceu dentro das senzalas como divertimento de escravos e, ao mesmo tempo, luta. A capoeira também é marcada pela presença de orquestras de berimbau, um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo, responsáveis por embalar os passos dos lutadores. O maculelê surgiu nos canaviais de Santo Amaro. A manifestação consiste em uma dança guerreira, na qual seus integrantes, providos de um bastão de madeira ou facão, cruzam-nos no ar com uma batida que obedece ao ritmo percussivo. O folguedo, que rememora a capacidade de resistência dos negros no período da escravidão, foi introduzido aos poucos nas academias de capoeira por seus mestres, como estratégia de preservá-lo.
Cordel & Poesia Popular - Poesia rimada, o cordel é uma manifestação oral que ganha versão impressa em livretos bastante simples, ilustrados com xilogravuras e clichês zincografados. Tais poesias são recitadas pelos cordelistas, em via pública, de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola. As estrofes mais comuns são as de seis, oito ou dez versos. Geralmente, os poemas tratam de fatos da vida cotidiana. Entre os principais temas estão festas populares, política, disputas, milagres, atos de heroísmo, morte e assuntos relativos à história do sertão, incluindo o Cangaço. Os cordéis são vendidos pelos próprios autores e são muito apreciados na Bahia.
Telefones
Samu
192
Polícia / Bombeiros
193
Polícia Civil
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Polícia Militar
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Central Anti-veneno
0800 28 44 343
Correios
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Defesa Civil
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Disque Denúncia Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes
100






















